Chegou a hora de recomeçar

Faz tanto tempo que nem sei como começar a escrever aqui denovo. Pensei tantas vezes em recomeçar, mas por inércia eu acabava não fazendo, mas agora finalmente fiz. Tantas ideias de texto passaram na minha cabeça, tantas realmente boas, com ideias bem formadas, que é uma pena que não tenha feito isso antes. Muito difícil algumas delas voltarem, porque uma ideia que não é escrita é logo esquecida. Por causa disso, vou adquirir o costume de escrever sempre que alguma coisa vier na minha cabeça, pra ir melhorando minha escrita e começar a fazer textos com alguma qualidade.

Desde que parei de escrever, muita coisa aconteceu, coisas boas e ruins. Das ruins, posso citar o término do meu namoro, que fez uma pessoa maravilhosa sofrer muito; ter conhecido e perdido, por pura infantilidade, uma pessoa; ter sido roubado por quem eu pensei que era meu amigo, e talvez outras coisas mais. Das boas, posso com certeza citar a compra do meu videogame, coisa que só pude ter depois de adulto, veja só; ter ido bem no meu estágio na faculdade, ter sido contratado por uma grande empresa, onde eu aprendi muito, desde coisas da minha área até sobre como lidar melhor  e reconhecer certos tipos de pessoas; ter sido bastante elogiado na minha apresentação de TCC, mas que não se refletiu na nota (pelo menos eu achava que seria mais alta, mas…). ter passado em uma cadeira tenebrosa, que eu achei que teria que refazer; ter conhecido o Dream Theater; ter comprado meu Dingoo; ter visto O Barco do Rock, e principalmente, ter feito uma grande amizade.

Como sempre fazemos quando escrevemos algo pela primeira vez, ou depois de muito tempo, deixei coisas importantes pra trás, que só vou lembrar depois, mas não tem problema, aí eu venho aqui e coloco o que falta, ou tiro o que não precisa ficar. Mas meu objetivo principal não é escrever melhor, mas sim escrever sobre o que eu quero, do jeito que eu acho que devem. Não falei que eu iria esquecer coisas importantes? Pois é, esqueci, mas lembrei e coloco aqui: das coisas boas, posso citar também minha melhora no entendimento de inglês, graças a minha querida professora Aline, mas também posso citar uma coisa ruim, dentro dessa mesmo assunto: semana passada foi minha última aula, devido a professora ter que direcionar seu tempo pra novas atividades, pessoais e profissionais.

A vida é assim, as coisas boas parecem que acabam cedo, enquanto que as ruins demoram.

Nesse novo recomeço, no final de cada postagem vou colocar a trilha sonora que acompanhou meus pensamentos se transformando em palavras. E a trilha sonora dessa postagem foi feita pelo Beady Eye, o Oasis sem o Liam, e todo o escrito daqui foi feito ao som de uma única música, chamada The Morning Son.

E digo mais uma coisa: foi um prazer voltar à ativa.

Windows 7 Enterprise

Se você perdeu a barca e não baixou os RC do Windows 7, não se preocupe. Você ainda pode pedir emprestado daquele amigo que foi mais rápido que você, baixar de sites de torrent e afins. Eu estou usando o RC 64 bits só tenho elogios ao 7. Mas agora a Microsoft disponibiliza o Windows 7 Enterprise, a mesma versão que será vendida nas lojas, mas podendo funcionar só por três meses, se desligando automaticamente a cada hora após esse período. Vale a pena baixar pra ver se os programas que você usa funcionarão no sistema novo, caso você esteja pensando em atualizar. Eu já estou baixando o meu!

Ah, você pode baixar por aqui e aqui, por exemplo.

Música nova pra quem gosta de coisa nova

Eu já estava devendo uma postagem sobre essa música fazia um belo tempo, mas antes tarde do que mais tarde, como dizia meu amigo (A)milton :) . Eu ouvi ela há meses, e só grave o refrão e o nome, não me lembrava do resto. Estava entrando no estúdio pra fazer uma limpeza em um micro e ela estava terminando. Achei muito legal, mas como a minha memória está virando minha inimiga, eu não consegui guardar o nome, só sabia que eu havia gostado mesmo dela. Como tinha outras coisas pra fazer, não lembrei de ir atrás e conseguir saber mais da música, e o tempo passou. Um belo dia um relâmpago iluminou meu pensamento e veio o nome da banda/grupo/dupla/trio/sei-lá-o-que na minha cabeça. Procurei no youtube a achei a tal música. Cara, que loucura esses dois malucos (que frase…). O visual é algo que não se vê todo dia, e o som é muito legal, ao menos pra mim :) Os clipes (existe essa palavra ou é clips?) acompanham o estilo dos cantores, com muita cor e imagens de paisagens, às vezes urbanas, às vezes de desertos, praias, mas sempre com elementos bem peculiares a esses malucos beleza. Seguem aí duas músicas dos tais caras, o Empire of the Sun. O primeiro é da música que eu ouvi, e a outra é uma que eu achei muito legal, que valia a pena ser mostrada também. Aproveitem :)

Duas coisas que eu não entendi

Sexta-feira tive de ir para Flores da Cunha instalar uma placa na mesa do estúdio. A viajem de ida foi tranquila, saí às 8 da manhã e peguei pouco trânsito. Tudo correu bem e meio-dia fui almoçar. Como fazia tempo que não ia pra lá, acabei não encontrando o restaurante  barato que eu tinha ido antes, acabei indo em outro. Como é caro comer nessa cidade, caramba. Nenhum dono de restaurante vai morrer sem deixar uma boa herança pros filhos. Depois de comer, pedi um refri, um guaraná. Quando garçon chegou, já com a garrafa aberta, ele me pede: “Pode ser Kuat?” Eu olhei pra ele já com cara de tristeza e pedi se ele tinha Antarctica, e ele com cara de quem se desculpa por saber que fez algo que não deveria, me respondeu: “Não tem…” Fazer o que, né? Melhor um Kuat do que nada.

A tarde foi agitada, e na volta o trânsito estava pesado, em virtude do horário, 5 e pouco da tarde. Quando estava chegando em Caxias, em um declive,  com um fluxo forte de veículos na minha pista, vejo uma mulher no dirigindo no acostamento. Até aí tudo bem, não fosse ela estar subindo, e não descendo a estrada. Realmente não entendi o que ela pretendia, se não muito distante dalí fosse terminar o acostamento. Visivelmente viasse que ela estava desconfortável naquela situação, provavelmente imaginando o que os outros motoristas estavam pensando. Não consegui imaginar o motivo que levou ela a fazer aquilo.

Essa é pra morrer de rir :)

Esse pessoal do mundo canibal não tem limite mesmo… Depois da haviana de pau, do travesseiro de preda, da vassoura de aço e de um monte de animações animais, agora tem o Game Novela. É de doer a barriga de tanto rir :P

Pra não perder tempo, aqui vai o bixo:

E pra deixar seu dia  ainda mais legal, super leitor desse maravilhoso blog, clique aqui para ver as animações mais incredibilíveis :)

Pioneiro, mais uma vez

Pôster da Copa Sanwa Bank Cup

Não foi somente em relação ao título mundial que o Grêmio foi o primeiro no RS. Em disputas contra japoneses, também.
Em 1995 foi disputada a Copa Sanwa (Sanwa Bank Cup), também conhecida como Copa da Amizade, pois comemorava o centenário do Tratado de Amizade, Comércio e Navegação entre Brasil e Japão.
Na edição daquele ano, um time brasileiro seria o adversário do campeão japonês. O agraciado foi o tricolor, por ter sido campeão da Copa do Brasil de 94. Em 94 o adversário foi um argentino, em 96 um suiço e em 97 um norte-americano.

O time da casa, o Verdy Kawasaky, treinado por Nelsinho Batista, era o atual bicampeão japonês e campeão da primeira edição da Copa Sanwa, portanto era um time nada bobo, diferente de um tal time (lanterna do campeonato japonês) que o Inter enfrentou. Além disso, o jogo, mesmo em uma manhã gelada, vindo de uma noite de navasca, foi assistido por mais de 27 mil torcedores e transmitido para todo o Japão. O jogo terminou 2 x 1,  com os gols marcados por Jardel e Paulo Nunes, e para o Verdy o gol foi do brasileiro Bismarck. Foi o primeiro jogo oficial entre times brasileiros e japoneses.

Depois desse título o Grêmio partiu para conquistar algo que para nós é uma obcessão: a Libertadores de América.

Fonte: Grêmio.net e Grêmio 1983

Depois de muita briga, salvo por um botão

Diiiiiias atrás meu amigo Júlio me pediu para passar arquivos do seu notebook para o micro de mesa. Finalmente fui até a casa dele sábad0 de tarde e começamos as coisas. Ele já queria dar uma arrumada no notebook (Acer Aspire 4520), colocar o RC do Windows ou dar uma geral o XP dele. Feita a cópia dos arquivos, começei a ver o que tinha que fazer.

O note é excelente, com dois processadores e 2 GB de memória, mas estava um pouco aquém do que ele poderia oferecer em desempenho. Além disso, o notebook dele e do Jota, mesmos modelos, sofriam de um problema bem irritante: de uma hora para a outra aparecia na tela uma imagem que parecia uma tv fora de sintonia, com listras em zique-zaque na diagonal. Fiquei pensando, pensando, e me veio na cabeça que isso poderia ser um problema com o BIOS da placa de vídeo ou do computador mesmo, pois os referidos notebooks já haviam sido formatados antes, e portanto, foram usadas versão diferentes do driver de vídeo. Fui no site a Acer e baixei o BIOS novo. Programa baixado, backup do BIOS devidamente feito, parti para a atualização. Quando o bixo voltou da inicialização, cadê a rede sem fio? Cadê? Desativa placa, ativa placa, desinstala driver, usa driver novo, muda o tipo de segurança e o tipo de criptografia, no ponto de acesso, e nada. Fiz inclusive o dowgrade do BIOS para várias outras versões, e nada denovo.

Levei o bixo pra casa pra tentar resolver o problema, já que era noite avançada. O resto da noite de sábado, boa parte do domingo, a noite de segunda e o meio dia de terça foram dedicados ao notebook teimoso. Visitei incontáveis forums, sites, artigos, reviews, pesquisando se alguém mais já havia sofrido com aquilo, da placa de rede sem fio parar depois de atualizar a BIOS.  Fiz uma nova partição e instalei o W7, para ver se com um sistema zerado o problema se resolveria. Sistema instalado, drivers novos, parti para a casa do Júlio depois do trabalho torcendo para que o tempo fora de casa tenha dado saudade na placa da rede sem fio e vontade dela voltar a funcionar. Chegando lá, ligo o note e o ícone da rede começa a se mexer. Mexeu mexeu e não deu em nada. O Júlio me falou que o Jota também estava sem rede, e usava o mesmo note. Fui lá ver, e o problema era só a chave de segurança que havia mudado. Aproveitei, copiei o BIOS do note dele e o driver da rede sem fio, já que era um sistema onde tudo funcionava (apesar do problema da tela, para colocar no note do Júlio, pois o BIOS original eu havia apagado por engado, e dando um shift delete. Coloquei o BIOS no note do Júlio e… eeee…EEEEE!!!….. Nada… sem internet pela rede sem fio. Cabisbaixo, já sem muito mais o que pensar, apertei uma tecla com o símbolo de uma antema, só porque ainda não tinha apertado aquela tecla, e de repente o ícone da rede sem fio se alterou. E foi e foi e foi e se conectou! Por acaso, por apertar um botão só por apertar, acabei descobrindo a real forma de fazer a rede funcionar. Quer dizer, tudo o que eu fiz, todas as pesquisas, todas as horas gastas, tudo foi em vão só porque eu não fui esperto pra apertar antes aquele botão. Qualquer um teria apertado aquele botão muito antes, mas eu, sabe-se lá porque, só apertei aquela hora. Mas eu ainda tinha um problema: o BIOS que estava no note tinha um bug que causava o tal problema de vídeo, e se eu deixasse ele alí, não iria adiantar de nada, pois a qualquer hora aquilo poderia ocorre, como era no note antes e no note do Jota. No tempo que eu fiquei com o note e o BIOS novo o problema nunca se manisfestou. Atualizei para a nova, versão 3632, e não é que a rede continuou funcionando depois que eu apertei o tal do botão? Era só apertar o botão… Aproveitei e atualizei o BIOS no note do Jota para sanar o problema.

Depois de sofrer tanto tempo e tendo a solução na minha cara, vou prestar mais atenção nas coisas simples quando me deparar com um problema.