Duas coisas que eu não entendi

Sexta-feira tive de ir para Flores da Cunha instalar uma placa na mesa do estúdio. A viajem de ida foi tranquila, saí às 8 da manhã e peguei pouco trânsito. Tudo correu bem e meio-dia fui almoçar. Como fazia tempo que não ia pra lá, acabei não encontrando o restaurante  barato que eu tinha ido antes, acabei indo em outro. Como é caro comer nessa cidade, caramba. Nenhum dono de restaurante vai morrer sem deixar uma boa herança pros filhos. Depois de comer, pedi um refri, um guaraná. Quando garçon chegou, já com a garrafa aberta, ele me pede: “Pode ser Kuat?” Eu olhei pra ele já com cara de tristeza e pedi se ele tinha Antarctica, e ele com cara de quem se desculpa por saber que fez algo que não deveria, me respondeu: “Não tem…” Fazer o que, né? Melhor um Kuat do que nada.

A tarde foi agitada, e na volta o trânsito estava pesado, em virtude do horário, 5 e pouco da tarde. Quando estava chegando em Caxias, em um declive,  com um fluxo forte de veículos na minha pista, vejo uma mulher no dirigindo no acostamento. Até aí tudo bem, não fosse ela estar subindo, e não descendo a estrada. Realmente não entendi o que ela pretendia, se não muito distante dalí fosse terminar o acostamento. Visivelmente viasse que ela estava desconfortável naquela situação, provavelmente imaginando o que os outros motoristas estavam pensando. Não consegui imaginar o motivo que levou ela a fazer aquilo.

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